domingo, 15 de junho de 2008


Estende tua mão e segura firme a minha!
Juntos será mais fácil trilhar este caminho, pois não será eu e tu.
Seremos nós e nunca estaremos sós...

Além de tudo... - Por: Lígia Rosso

Além do que vejo,
muito além do horizonte
se esconde um sonho
de paz e felicidade.

Aqui estou a olhar
e além de tudo que há
busco encontrar a estrada certa,
o rumo que me levará
adiante e sempre...

...não quero mais para o que passou retornar.
Sigo sim, adiante e avante.
Sempre em frente,
porque além de tudo que há
ainda haverá muito mais para desvendar!

quarta-feira, 11 de junho de 2008

...pra pensar

"Somos Kamikazes incapazes de ir à luta
somos quase livres
isso é pior de que a prisão
Somos um exército
o exército de um homem só."
(Engenheiros da Hawaii)

Mensagem do dia...


uma canção... - Por: Lígia Rosso


A canção desta madrugada teve fim.
Acabou em si mesma,
não quis mais ser cantada...

Notas soltas ao vento
perambulavam pelas ruas escuras.

Lágrimas de solidão
deram o tom para a triste canção.

Melodia cansada
de quem cansou um pouco
de tanto amar
e não ser amada.

domingo, 8 de junho de 2008

Imagens & Mensagens...

Maldita competitividade! - Por: Lígia Rosso

Ando pensativa sobre algumas palavras, tais como competência e competitividade. Às vezes me arrepio em pensar que o ser humano está virando produto, puro comércio, produtividade, afinal são as leis de mercado! O negócio é render...render, render. Se o seu dia não rendeu, esqueça! Você é um fracasso. Acredito que nesse mundo tem lugar para todos e que há competições sadias, que envolvem, empolgam e transformam mera disputa em crescimento pessoal. Porém, na maioria dos casos, a competitividade vem carregada de sentimento de culpa e de pressões emocionais, psicológicas. Por conta da tal competitividade muitas pessoas perdem a motivação e o brilho nos olhos. Por conta da competitividade política e social, muitos projetos e idéias se perdem. E a tal competitividade sufoca ainda mais o oprimido ao invés de motivá-lo a vencer as adversidades e a seguir em frente. Maldita é a competitividade quando é desvirtuada de seu propósito, de sua essência que é promover melhorias constantes nas pessoas e nas instituições. Acredito que quem cultiva a competitividade errôneamente está enganando a si próprio e provando ser um grande incompetente!

domingo, 1 de junho de 2008

O caminho - por: Lígia Rosso

O caminho que trilhamos tem muito de nossas escolhas!
Também terá as cores com as quais o pintamos...
E será tão plano ou sinuoso quanto forem nossos desejos.
O caminho é a própria felicidade.
Triste mesmo é não percebê-lo como a parte mais importante de nossa jornada!
Pena que muitas vezes nos perdemos, preocupados somente com o ponto de chegada.

...Martha Medeiros (sempre surpreendente!)

35 anos para ser feliz

Uma notinha instigante na Zero Hora de 30/09: foi realizado em Madri o Primeiro Congresso Internacional da Felicidade, e a conclusão dos congressistas foi que a felicidade só é alcançada depois dos 35 anos. Quem participou desse encontro? Psicólogos, sociólogos, artistas de circo? Não sei. Mas gostei do resultado.A maioria das pessoas, quando são questionadas sobre o assunto, dizem: "Não existe felicidade, existem apenas momentos felizes". É o que eu pensava quando habitava a caverna dos 17 anos, para onde não voltaria nem puxada pelos cabelos. Era angústia, solidão, impasses e incertezas pra tudo quanto era lado, minimizados por um garden party de vez em quando, um campeonato de tênis, um feriadão em Garopaba. Os tais momentos felizes.Adolescente é buzinado dia e noite: tem que estudar para o vestibular, aprender inglês, usar camisinha, dizer não às drogas, não beber quando dirigir, dar satisfação aos pais, ler livros que não quer e administrar dezenas de paixões fulminantes e rompimentos. Não tem grana para ter o próprio canto, costuma deprimir-se de segunda a sexta e só se diverte aos sábados, em locais onde sempre tem fila. É o apocalipse. Felicidade, onde está você? Aqui, na casa dos 30 e sua vizinhança.Está certo que surgem umas ruguinhas, umas mechas brancas e a barriga salienta-se, mas é um preço justo para o que se ganha em troca. Pense bem: depois dos 30, você paga do próprio bolso o que come e o que veste. Vira-se no inglês, no francês, no italiano e no iídiche, e ai de quem rir do seu sotaque. Não tenta mais o suicídio quando um amor não dá certo, enjoou do cheiro da maconha, apaixonou-se por literatura, trocou sua mochila por uma Samsonite e não precisa da autorização de ninguém para assistir ao canal da Playboy. Talvez não tenha se tornado o bam-bam-bam que sonhou um dia, mas reconhece o rosto que vê no espelho, sabe de quem se trata e simpatiza com o cara.Depois que cumprimos as missões impostas no berço — ter uma profissão, casar e procriar — passamos a ser livres, a escrever nossa própria história, a valorizar nossas qualidades e ter um certo carinho por nossos defeitos. Somos os titulares de nossas decisões. A juventude faz bem para a pele, mas nunca salvou ninguém de ser careta. A maturidade, sim, permite uma certa loucura. Depois dos 35, conforme descobriram os participantes daquele congresso curioso, estamos mais aptos a dizer que infelicidade não existe, o que existe são momentos infelizes. Sai bem mais em conta. (Outubro de 1998)

segunda-feira, 26 de maio de 2008

...para você!


QUE O SOL ILUMINE A SUA SEMANA E GUIE OS SEUS PASSOS!
SEJAMOS COMO O SOL QUE BRILHA PELO SIMPLES FATO DE EXISTIR.
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