
...sou tantas numa só
que tenho um medo incrível
de me perder dentro de mim.
Posso ser a mão que afaga -
ou aquela que reage!
Posso ser o sorriso mais sincero -
ou as lágrimas mais doídas.
Posso ser a voz que não se cala -
ou o silêncio que tudo diz.
Imensa como oceano -
e por vezes tão frágil
quanto as gotas da chuva.
Fazer o que?
Sou simplesmente assim.
Um comentário:
Ninguém tem culpa
Daquilo que não fomos
Não ouve erros
Nem cálculos falhados
Sobre a estipe de papel;
Apenas não somos os calculistas
Porem os calculados
Não somos os desenhistas
Mas os desenhados
E muito menos escrevemos versos
E sim somos escritos
Ninguém é culpado de nada
Neste estranhar constante
Ao longe uma chuva fina
Molha aquilo que não fomos...
Autor: Desconhecido
Um lindo final de semana com todo carinho para você.
Abraços
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