Afinal, o tempo de ser feliz é agora.
terça-feira, 31 de julho de 2007
Mensagem do dia...
Afinal, o tempo de ser feliz é agora.
segunda-feira, 30 de julho de 2007
O TREM DA VIDA - Autor Desconhecido
Quando nascemos, entramos nesse trem e nos deparamos com algumas pessoas que, julgamos, estarão sempre nessa viagem conosco: nossos pais. Infelizmente, isso não é verdade. Em alguma estação eles descerão e nos deixarão órfãos de seu carinho, amizade e companhia insubstituível...
Mas isso não impede que, durante a viagem, pessoas interessantes e que virão a ser super especiais para nós, embarquem. Chegam nossos irmãos, amigos e amores maravilhosos. Muitas pessoas tomam esse trem, apenas a passeio, outros encontrarão nessa viagem somente tristezas, ainda outros circularão pelo trem, prontos a ajudar a quem precisa. Muitos descem e deixam saudades eternas, outros tantos passam por ele de uma forma que , quando desocupam seu acento, ninguém nem sequer percebe. Curioso é constatar que alguns passageiros, que nos são tão caros, acomodam-se em vagões diferentes dos nossos; portanto, somos obrigados a fazer esse trajeto separados deles, o que não impede, é claro, que durante a viagem, atravessemos, com grande dificuldade nosso vagão e cheguemos até eles, só que, infelizmente, jamais poderemos sentar ao seu lado, pois já terá alguém ocupando aquele lugar. Não importa, é assim a viagem, cheia de atropelos, sonhos, fantasias, esperas, despedidas, porém, jamais retornos. Façamos essa viagem, então, da melhor maneira possível, tentando nos relacionar bem com todos os passageiros, procurando, em cada um deles, o que tiverem de melhor, lembrando, sempre, que, em algum momento do trajeto, eles poderão fraquejar e, provavelmente, precisaremos entender isso, porque nós também fraquejaremos muitas vezes e, com certeza, haverá alguém que nos entenderá.
O grande mistério, afinal, é que jamais saberemos em qual parada desceremos, muito menos nossos companheiros, nem mesmo aquele que está sentado ao nosso lado. Eu fico pensando, se, quando descer desse trem, sentirei saudades. Acredito que sim. Me separar de alguns amigos que fiz nele será, no mínimo, doloroso. Deixar meus filhos continuarem a viagem sozinhos, com certeza será muito triste, mas me agarro na esperança que, em algum momento, estarei na estação principal e terei a grande emoção de vê-los chegar com uma bagagem que não tinham quando embarcaram... e o que vai me deixar feliz, será pensar que eu colaborei para que ela tenha crescido e se tornado valiosa.
TENHA UMA ÓTIMA SEMANA!!!
Ventos...

Ventos...
Dias frios.
Nevoeiros de paixões.
Chuvas que transbordam
No interior de muitos que andam
pelas ruas...
Dias frios.
Nevoeiros de paixões.
Chuvas que transbordam
No interior de muitos que andam
pelas ruas...
...Ruas nuas nas noites de inverno.
Ventos que sopram fortes
e trazem saudades.
Saudades do que foi vivido.
Saudades de tudo que poderia ser...
Saudades do que não foi.
Ventos que trazem e levam:
folhas, esperanças, lembranças.
Resta agora a lua cheia...
Que essas noites quietas, clareia.
Ventos...que ventos esses do inverno!
Não aquecem!
Não acolhem!
Ventos teimosos que trazem e que levam...
Ventos...que um dia cessarão.
Por: Lígia Rosso - Foto: Jaguari, maio de 2007
sábado, 28 de julho de 2007
Paisagem Interior...
Hoje eu quis pintar um quadro...não tinha tinta nem pincel.
Olhei para o céu desatinada...
não havia outra alternativa!
Parei e refleti sobre a minha vida.
Pintei uma bela paisagem interior...
...apesar dos borrões de iniciante,
andante, errante...
finalizei com pinceladas de amor.
Por: Lígia Rosso
Foto: região de Dovedale, Inglaterra.
Andei por lá em 2004.
segunda-feira, 25 de junho de 2007
Livros e Chuva - escrito em 11/06/2007

Hoje choveu muito, típico dia de outono...Clima perfeito para ficar em casa curtindo um bom livro ou tomando chocolate-quente na companhia de alguém que a gente gosta.
Mas, nossa rotina acelerada de trabalho e estudo - o que é considerado normal para o jeito moderno de 'ser', onde tudo acontece muito, muito rápido - os momentos descritos acima soam como um grande 'luxo' ou ociosidade pura.O que é uma lástima, pois aos poucos, estamos perdendo o elo com tudo aquilo que há de mais lindo e pleno na vida: a simplicidade e a singularidade das coisas, das pessoas e de tudo o que nos rodeia.
Acredito que, mesmo em meio a tantas ocupações e compromissos diários, precisamos cultivar um olhar especial perante a vida, procurando não desperdiçar pequenos instantes que podem se tornar inesquecíveis, porque é na simplicidade que moram as verdadeiras alegrias, aquelas que ficarão eternizadas em nossos corações.
E quando falo em simplicidade, não falo em descuido, pouco caso ou mau gosto... falo em algo profundo, que, se vivenciado com alma e coração abertos, podem transformar nosso jeito de viver. Então, não seremos mais escravos das futilidades contemporâneas nem dos paliativos da alma disponíveis em qualquer esquina ou canal de televisão. E, foi entre um pingo e outro de chuva que comecei a rascunhar este texto...Livros e chuva...chuva e livros... em meio ao meu corre-corre de hoje, parei para pensar um pouco em tudo isso.
Chuva de idéias, um relâmpago na escuridão...e repentinamente estou revendo a vida como quem observa as gotas de chuva escorrendo na vidraça.
POR: Lígia Pinto Rosso
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Outono
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